Caravelas portuguesas interditaram praias na Costa da Caparica

Agosto 25, 2012

As praias da Morena, da Sereia e da Hula-Hula, na Costa de Caparica, já não estão interditadas devido à presença de inúmeras caravelas. A interdição às três praias da Costa de Caparica, onde foram localizadas inúmeras caravelas portuguesas (medusas) no mar, já terminou, mas as autoridades vão manter-se alerta durante o dia de hoje, revelou a Polícia Marítima. “Está a ser um dia até agora tranquilo e normal. As praias neste momento não estão já interditadas e é colocada a bandeira normal de acordo com a avaliação do mar”, disse à Lusa fonte da Polícia Marítima. A mesma fonte adiantou que irão manter-se em alerta durante o dia de hoje e provavelmente durante mais alguns dias e, caso sejam novamente avistadas caravelas portuguesas, os procedimentos repetem-se e as praias poderão ser novamente encerradas. Nessa altura, explicou a fonte, hasteia-se a bandeira vermelha e retiram-se as pessoas da água, sendo que com esta indicação, os banhistas estão proibidos de entrar no mar e podem ser autuados se o fizerem. A fonte da Polícia Marítima adiantou que a avaliação foi feita por esta autoridade juntamente com os nadadores salvadores das praias através de “uma avaliação na água”. As praias da Morena, da Sereia e da Hula-Hula foram encerradas na sexta-feira à tarde devido ao crescente número de caravelas portuguesas nas águas e depois de uma criança ter sido queimada ao tocar num destes animais…

in Expresso

Caravelas portuguesas interditaram praias na Costa da Caparica

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Caravelas portuguesas atingem sete pessoas em Vila Nova de Milfontes

Agosto 24, 2012

Caravela portuguesa, como é conhecido o organismo, é venenosa, bastante dolorosa e até pode ser fatal em caso de contacto com humanos. Na praia do Malhão, em Vila Nova de Milfontes, sete pessoas foram atingidas por alforrecas, mais conhecidas por caravelas portuguesas. Estes organismos não costumam andar por águas portuguesas, mas naquela praia sete banhistas entraram em contacto com estas alforrecas. As pessoas atingidas tiveram de ser encaminhados para o hospital, explica o comandante Arrifana Horta, da capitania de Sines. “Cerca das 17 horas houve um report de que sete banhistas, quatro crianças e três adultos, tocaram na caravela portuguesa. Foi pedida assistência ao INEM e os banhistas foram evacuados para o hospital”, disse. Mais a norte, na zona da Costa de Caparica, esta quarta-feira foi avistada uma caravela portuguesa. O comandante Coelho Cândido explica que os nadadores salvadores já estão avisados da situação e ainda esta tarde a bandeira vermelha chegou a ser hasteada. “Ontem à tarde foi detectada uma caravela portuguesa na areia. Deu à costa já morta e, por esse motivo, alertámos os nadadores-salvadores para que, em caso de serem avistadas, caravelas portuguesas no mar para içarem a bandeira vermelha e avisarem os banhistas porque o contacto com esta alforreca é bastante doloroso”, acrescenta. As caravelas portuguesas são uma alforreca que se desloca consoante o vento e reconhecem-se por causa da sua forma parecida com uma caravela.

in RR

Caravelas portuguesas atingem sete pessoas em Vila Nova de Milfontes

[youtube.com/watch?v=PK3sSdirCB0]

Reportagem SIC

Já hoje uma criança de cinco anos foi levada para o hospital após contacto com uma caravela portuguesa, na praia Morena, na Costa da Caparica. A criança estava na praia Morena, mas nas praias em redor foi hasteada a bandeira vermelha e os banhistas foram forçados a sair da água. Um dos nadadores salvadores presentes na praia do Infante explicou que o aparecimento das medusas nestas águas se deve ao aumento da temperatura do mar. E muitas vezes as correntes marítimas arrastam-nas para a praia, podendo por isso haver contactos com os banhistas.

A caravela portuguesa é «uma das alforrecas mais perigosas que existem, mas raramente aparecem na costa continental portuguesa», conta ao SOL Carlos Sousa Reis, especialista em biologia marinha.De acordo com o biólogo, esta espécie é constituída por uma estrutura emersa em forma de vela, de cor azulada e apresenta alguma transparência, à qual estão ligados tentáculos, que podem chegar aos 15 metros. Estão cobertos por milhares de células que possuem substâncias irritantes que em contacto com a pele libertam «veneno», que provoca dores intensas e imediatas.

Em caso de contacto físico, Carlos Reis deixa alguns conselhos. «Deve colocar-se compressas de água do mar e vinagre para alíviar a dor. Não se deve utilizar água doce ou álcool, provocam o aumento da libertação do veneno, também não convém esfregar a área atingida». O manuseamento deste tipo de espécie marinha deve ser feito de «forma indirecta, evitando qualquer contacto directo», mesmo quando se encontrem no areal, pois «a toxina permanece activa ainda que o animal fique exposto ao sol várias horas», realça o especialista. O Comandante do Instituto de Socorros a Náufragos, Nuno Leitão, aconselha todos os banhistas a «sempre que avistarem na praia este tipo de hidromedusas, ou que sejam picados, a dirigirem-se de imediato ao nadador salvador da respectiva praia».

in SOL


Fernando Alvim homenageado hoje no Teatro da Trindade em Lisboa

Maio 29, 2012

Hoje, 29 de maio, Fernando Alvim sobe ao palco do Teatro da Trindade para um espetáculo comemorativo dos seus 55 anos de fados e canções. Nesta noite serão muitos os artistas e amigos que partilharão emoções com o músico, tal como o próprio explica.

 
“Nestes últimos dois anos, e numa fase especial da minha vida, compus 35 temas musicais que incluí num álbum duplo intitulado Os Fados e as Canções do Alvim. Este trabalho discográfico expressa os diferentes géneros musicais – desde o Fado ao Jazz, passando pela Bossa-Nova, Boleros e Baladas – aos quais me dediquei ao longo de 55 anos de carreira que celebro este ano.
Convidei vários intérpretes, poetas e instrumentistas para darem voz e vida às minhas composições. As diferentes tertúlias com todos os participantes, para ensaios, gravações e, também, para alguns brindes à vida, proporcionaram-me momentos gratificantes e encontros inesquecíveis. Ofereceram-me uma interessantíssima partilha de conhecimentos, extraordinários encontros geracionais e uma forte motivação para prosseguir o caminho.
Vamos sempre a tempo de concretizar sonhos e realizar projetos.
Neste dia 29 de maio, em conjunto com alguns artistas que muito admiro e que se disponibilizaram para estarem comigo, partilho convosco um pouco dessa enorme tertúlia musical e humana esperando que gostem e a possam guardar nos vossos corações. Fernando Alvim.

Ana LaínsAna MouraAna Sofia VarelaAntónio ZambujoBernardo CoutoCamanéCarlos Manuel ProençaFafá de BelémFilipa PaisJon LuzJosé Manuel NetoMarco RodriguesMarino de FreitasMarta DiasPedro MoutinhoPedro SantosRão KyaoRaquel TavaresRicardo CruzRicardo ToscanoRuca RebordãoRui VelosoVicente da Câmara eVitorino são os nomes confirmados para este espetáculo.

in Lusa

[youtube.com/watch?v=XLkXIHDWtZw]

Fernando Alvim – 55 anos de carreira, Reportagem SIC


Rock in Rio Lisboa (26.Maio.2012) | Reportagem

Maio 27, 2012

[youtube.com/watch?v=VIWSM_XZZ5M]

Reportagem SIC sobre o segundo dia do Rock in Rio Lisboa 2012.


Rock in Rio Lisboa (25.Maio.2012) | Reportagem

Maio 26, 2012

[youtube.com/watch?v=9kP-rvo_u_A]

Reportagem SIC


Viagem à volta de Africa numa Renault 4L

Maio 16, 2012

Há mais de 11 meses, pai e filho partiram numa viagem para percorrer o continente africano. Regressaram a Lisboa com 40 mil quilómetros de histórias.

Site da aventura abaixo

Nunca é Tarde (Uma viagem de pai e filho à volta de Africa)

[youtube.com/watch?v=LnS4bzvlv1o]

Reportagem SIC


Primeiro Encontro de Cervejeiros Artesanais em Miranda do Douro

Maio 15, 2012

O primeiro encontro de cervejeiros artesanais juntou no passado sábado, em Fonte de Aldeia (Miranda do Douro), quinze marcas de cervejas artesanais produzidas por seis cervejeiros ibéricos, numa iniciativa que pretende promover a bebida. “Só em Portugal, existem seis marcas de cervejas artesanais rotuladas, apesar de haver mais de quinze produtores deste tipo de bebida”, disse à Agência Lusa o presidente do Clube de Colecionismo de Cerveja em Portugal, Rui Valente. Na opinião do especialista, o que separa uma cerveja artesanal de uma cerveja industrial é a “ausência total de aditivos”, que lhe confere propriedades “únicas e especiais”. “Uma cerveja produzida pelo método industrial poderá ter um prazo de validade que ronda o ano de vida, enquanto uma cerveja artesanal, poderá chegar aos dois dias de vida devido à ausência de aditivos”, exemplificou o mestre cervejeiro. No concurso hoje realizado foram admitidas apenas cervejas produzidas pelo método artesanal de diversões estilos, numa iniciativa promovida pela Associação Sartigalhos Palgrinos, sediada na aldeia do concelho de Miranda do Douro. O método utlizado pelos jurados foi através de uma prova cega que juntou cinco provadores e especialistas em cerveja artesanal.

in Jornal de Notícias

[youtube.com/watch?v=lnn2O_rpIzU]

Reportagem SIC