2009 FORMULA 1 ETIHAD AIRWAYS ABU DHABI GRAND PRIX
Site: 2009 FORMULA 1 ETIHAD AIRWAYS ABU DHABI GRAND PRIX

in AutoSport
Resultados da corrida

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A centenária Feira dos Santos e a 11.ª edição da ExpoCartaxo estão de regresso à cidade do Cartaxo entre 30 de Outubro e 3 de Novembro. O Campo da Feira recebe as bancas de venda de frutos secos, frutas da época e o artesanato pela mão de produtores de norte a sul do país. No pavilhão municipal de exposições, a ExpoCartaxo reúne uma grande diversidade de agentes económicos do concelho, entre os quais, produtores de vinho, numa organização promovida pela Câmara do Cartaxo em parceria com a Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém. Do programa destaca-se o Dia Aberto às Empresas, às 14h30 de dia 2 de Novembro. Uma ocasião na qual a organização da ExpoCartaxo e outros visitantes terão oportunidade de saber a realidade do trabalho de algumas empresas, os seus projectos e preocupações. Nesse mesmo dia, pelas 21 horas, serão entregues os Prémios Prestígio, que distinguem a empresa e o empresário do ano. Será no Centro de Promoção Vitivinícola do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo. No pavilhão de exposições a noite termina com o espectáculo da banda da Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense. A inauguração do certame está marcada para as 18 horas de dia 30 de Outubro, seguindo-se à noite um espectáculo da banda da Associação Filarmónica União Lapense. A semelhança de edições anteriores a ExpoCartaxo contará com diversos momentos de animação musical e não só. Dia 31, pelas 22 horas, terá lugar a habitual passagem de modelos da Casa das Peles. No domingo, 1 de Novembro, feriado nacional e dia de Todos-os-Santos, haverá espectáculo com a secção infantil do Rancho Folclórico do Cartaxo (15 horas), demonstração de karaté do Dojo Amicale Cartaxo (17h30) e espectáculo do Grupo de Cavaquinhos da Sociedade Filarmónica Cartaxense (21h30). Às 16 horas, na praça de touros do Cartaxo tem lugar a corrida de encerramento da época tauromáquica com os cavaleiros Ana Batista e José Manuel Duarte como cabeças de cartaz, os grupos de forcados amadores de Coruche e de Azambuja e touros do curro de Dias Coutinho. O último dia da ExpoCartaxo, 3 de Novembro, o encerramento do evento dá-se pelas 21 horas.
in O Mirante

Ao fim de 40 anos, o festival de Woodstock mantém intacta a aura de um evento que simbolizou uma geração de jovens norte-americanos e marcou o começo da era dos festivais de música em todo o mundo. No entanto, nem tudo correu bem no maior festival ocorrido entre 15 e 18 de Agosto de 1969, numa pequena localidade rural a 130 quilómetros de Nova Iorque. Pensado para ser um evento de música e arte, o festival demorou dez meses a ser organizado por quatro jovens produtores: Michael Lang, John Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. A ideia era congregar uma série de artistas da época num evento pago para cerca de 180 mil espectadores e que rapidamente se transformou numa concentração de mais de meio milhão que se congregou num movimento espontâneo de hippies que apelou à paz no mundo e se opôs à guerra no Vietname. No total, actuaram 32 artistas e grupos, como Joan Baez, grávida de seis meses, que fechou a primeira noite do festival a interpretar “We Shall Overcome”, Joe Cocker, Greatful Dead, Janis Joplin, Carlos Santana, Creedence Clearwater Revival, Crosby, Stills, Nash & Young e The Who. Tozé Brito, músico e antigo editor discográfico que integrou o Quarteto 1111, estava à beira de completar 18 anos quando soube que ia acontecer o festival em Woodstock. Em declarações à Lusa recordou que na época em Portugal só sabia o que se passava musicalmente lá fora quem comprava jornais estrangeiros ou estava atento a programas de rádio, como o “Em Órbita”, no Rádio Clube Português. Era uma forma de aproximação a uma realidade que era difícil de atingir dada a distância geográfica e os constrangimentos de se estar num tempo de ditadura e censura. “Só de ouvir os nomes das pessoas que lá iam tocar dava tudo para ter lá estado. Ter visto o Jimi Hendrix, a Janis Joplin ou o Neil Young para mim teria sido das coisas mais gratificantes”, afirmou Tozé Brito. Woodstock representa “uma lição para toda a gente de que este tipo de festivais podia resultar”, defendeu o músico que, com o Quarteto 1111 actuou em 1971 na primeira edição do Vilar de Mouros, considerado o “Woodstock português”. Em Woodstock, a organização não esperava 500 mil que ocuparam um recinto equivalente a 240 campos de futebol, uma sessão contínua de música, acampamento ao ar livre, manifestação hippie de paz e amor, lama e muita droga. Para lá chegar foi preciso aguentar vários quilómetros de trânsito e suportar a chuva intensa que caiu durante o fim-de-semana do festival; para chegarem ao palco os artistas tiveram que ser transportados de helicóptero. Consta que, apesar da enchente, morreram apenas duas pessoas, uma por “overdose” e outra alegadamente atropelada por um tractor, equanto estava a dormir. Pedro Albergaria, produtor e fundador do “Em Órbita”, um dos mais importantes programas de rádio d década de 1960, recordou à agência Lusa que “pouca gente sabia o que se estava a passar em Woodstock”. No entanto, “tudo aquilo que foi cantado no Woodstock já nós tínhamos passado no `Em Órbita´ muito tempo antes. Para nós não era novidade”, disse Pedro Albergaria, hoje com 63 anos. Apesar de Woodstock ser apontado como “o” festival que abriu as portas ao conceito de evento de música ao ar livre, Pedro Albergaria defendeu o Monterey Pop Festival como “o pontapé-de-saída”. Este evento decorreu em Junho de 1967 em Monterey, na Califórnia, contou com cerca de 200 mil pessoas e a participação de dos nomes que passaram dois anos depois por Woodstock, como Janis Joplin e Jimi Hendrix. Foi precisamente Hendrix que encerrou o festival em Woodstock já na manhã de 18 de Agosto a improvisar sobre o hino dos Estados Unidos, perante umas escassas 25 mil pessoas. A revista Rolling Stone sentenciou que Woodstock de 1969 foi “um dos eventos que mudou a história do rock”, um epíteto que não perdeu força até hoje. Ao fim de 40 anos, o festival de Woodstock mantém intacta a aura de um evento que simbolizou uma geração de jovens norte-americanos e marcou o começo da era dos festivais de música em todo o mundo. No entanto, nem tudo correu bem no maior festival ocorrido entre 15 e 18 de Agosto de 1969, numa pequena localidade rural a 130 quilómetros de Nova Iorque. Pensado para ser um evento de música e arte, o festival demorou dez meses a ser organizado por quatro jovens produtores: Michael Lang, John Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. A ideia era congregar uma série de artistas da época num evento pago para cerca de 180 mil espectadores e que rapidamente se transformou numa concentração de mais de meio milhão que se congregou num movimento espontâneo de hippies que apelou à paz no mundo e se opôs à guerra no Vietname. No total, actuaram 32 artistas e grupos, como Joan Baez, grávida de seis meses, que fechou a primeira noite do festival a interpretar “We Shall Overcome”, Joe Cocker, Greatful Dead, Janis Joplin, Carlos Santana, Creedence Clearwater Revival, Crosby, Stills, Nash & Young e The Who. Tozé Brito, músico e antigo editor discográfico que integrou o Quarteto 1111, estava à beira de completar 18 anos quando soube que ia acontecer o festival em Woodstock. Em declarações à Lusa recordou que na época em Portugal só sabia o que se passava musicalmente lá fora quem comprava jornais estrangeiros ou estava atento a programas de rádio, como o “Em Órbita”, no Rádio Clube Português. Era uma forma de aproximação a uma realidade que era difícil de atingir dada a distância geográfica e os constrangimentos de se estar num tempo de ditadura e censura. “Só de ouvir os nomes das pessoas que lá iam tocar dava tudo para ter lá estado. Ter visto o Jimi Hendrix, a Janis Joplin ou o Neil Young para mim teria sido das coisas mais gratificantes”, afirmou Tozé Brito. Woodstock representa “uma lição para toda a gente de que este tipo de festivais podia resultar”, defendeu o músico que, com o Quarteto 1111 actuou em 1971 na primeira edição do Vilar de Mouros, considerado o “Woodstock português”. Em Woodstock, a organização não esperava 500 mil que ocuparam um recinto equivalente a 240 campos de futebol, uma sessão contínua de música, acampamento ao ar livre, manifestação hippie de paz e amor, lama e muita droga. Para lá chegar foi preciso aguentar vários quilómetros de trânsito e suportar a chuva intensa que caiu durante o fim-de-semana do festival; para chegarem ao palco os artistas tiveram que ser transportados de helicóptero. Consta que, apesar da enchente, morreram apenas duas pessoas, uma por “overdose” e outra alegadamente atropelada por um tractor, equanto estava a dormir. Pedro Albergaria, produtor e fundador do “Em Órbita”, um dos mais importantes programas de rádio d década de 1960, recordou à agência Lusa que “pouca gente sabia o que se estava a passar em Woodstock”. No entanto, “tudo aquilo que foi cantado no Woodstock já nós tínhamos passado no `Em Órbita´ muito tempo antes. Para nós não era novidade”, disse Pedro Albergaria, hoje com 63 anos. Apesar de Woodstock ser apontado como “o” festival que abriu as portas ao conceito de evento de música ao ar livre, Pedro Albergaria defendeu o Monterey Pop Festival como “o pontapé-de-saída”. Este evento decorreu em Junho de 1967 em Monterey, na Califórnia, contou com cerca de 200 mil pessoas e a participação de dos nomes que passaram dois anos depois por Woodstock, como Janis Joplin e Jimi Hendrix. Foi precisamente Hendrix que encerrou o festival em Woodstock já na manhã de 18 de Agosto a improvisar sobre o hino dos Estados Unidos, perante umas escassas 25 mil pessoas. A revista Rolling Stone sentenciou que Woodstock de 1969 foi “um dos eventos que mudou a história do rock”, um epíteto que não perdeu força até hoje.
in LUSA
Woodstock 40 Anos – Reportagem SIC e RTP

De 24 a 27 de Julho, a freguesia do Granho vai estar em Festa.

O Benfica venceu o Torneio do Guadiana, com um triunfo na final sobre o Olhanense por 2-1. Os algarvios adiantaram-se no marcador aos 62 minutos, de penalty, por Ukra. O Benfica respondeu logo a seguir, aos 64, por Cardozo. Nos descontos, Miguel Vítor fez de cabeça o tento do triunfo, após canto de Fábio Coentrão.
in Mais Futebol
Benfica 2 – Olhanense 1 (resumo)
FORMULA 1 GROSSER PREIS SANTANDER VON DEUTSCHLAND 2009
Site: Formula 1 Grosser Preis Santander Von Deutschlend 2009

A chuva que apareceu no circuito de Nurburgring teve o condão de oferecer a Mark Webber, com um Red Bull, a sua primeira ‘pole position’ da carreira, numa sessão de qualificação que se revelou bastante interessante e que apresentou alguns resultados inéditos. Na fase decisiva, o piloto australiano tirou o melhor partido das condições da pista e do seu RB5 para efectuar uma volta em 1.32,230s, registo que nenhum dos seus adversários logrou bater, garantindo assim aquela que é a sua primeira ‘pole’. Para amanhã, Webber sabe que a concorrência dos Brawn-Mercedes será forte, tanto mais que terá Rubens Barrichello a seu lado, e Jenson Button logo atrás, no terceiro posto. “Seria bom vencer, estou numa boa posição, mas os homens da Brawn tem feito um grande trabalho pelo que será difícil. Mas vamos ver, estou pronto para a luta”, completou Webber. Satisfeito, não só por conseguido o segundo lugar mas também por bater Jenson Button uma vez mais, estava Rubens Barrichello, para quem esta “sessão foi sensacional mas muito difícil devido a tudo o que aconteceu com a chuva e com os pneus”. Em terceiro ficou Jenson Button, que assim pôde voltar aos lugares de topo depois dos problemas sentidos em Silverstone. “A qualificação foi uma loucura. Continuamos a ter alguns problemas com a temperatura dos pneus mas foi uma boa sessão e foi divertido”, começou por dizer, antevendo que amanhã será uma “prova interessante, em especial com o tempo igual ao de hoje, com chuva e seco, mas vamos estar com atenção ao que os outros vão vencer, pelo que estou ansioso”. Fora dos três primeiros ficou Sebastian Vettel, que a jogar em casa não conseguiu dar uma alegria aos alemães que se deslocaram ao circuito para o apoiarem, ficando com o quarto posto, embora também não muito longe do mais rápido. A chuva que começou a cair pouco depois do início da segunda fase da qualificação acabou por surpreender alguns dos pilotos que habitualmente conseguem ficar nos dez primeiros lugares da grelha de partida, como foi o caso de Fernando Alonso, Nick Heidfeld, Nico Rosberg, Kazuki Nakajima ou Jarno Trulli. No pólo oposto, as surpresas foram a passagem de Adrian Sutil, com o Force India-Mercedes, à terceira fase, a representação da Renault nas mãos de Nelson Piquet e a presença dos dois McLaren-Mercedes entre os dez mais rápidos, com destaque para Lewis Hamilton. Em sétimo ficou, talvez, a maior surpresa da sessão, com Adrian Sutil a obter um excelente resultado para a Force India, o melhor do seu historial. A prestação de Sutil foi tanto mais meritória que logrou ficar na frente dos dois Ferrari. Na equipa italiana, foi Felipe Massa a ficar à frente de Kimi Raikkonen, com os dois homens da Ferrari a ficarem longe dos melhores tempos, suspeitando-se que possam ter carros pesados para a corrida. Com muitas esperanças depositadas num novo pacote de melhorias aerodinâmicas no Nurburgring, a BMW Sauber acabou por não conseguir, sequer, colocar um dos seus monolugares nos dez melhores, o mesmo acontecendo com a Williams-Toyota e com a Toyota.
in AutoSport
Resultados da qualificação
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202 é o número de obras de Amélia Muge registadas na Sociedade Portuguesa de Autores. Interpretadas por ela própria e por muitos outros intérpretes, na música e no teatro. Nacionais e estrangeiros. Ou seja, um bom ponto de partida para um concerto que pretende evidenciar a sua carreira de autora e compositora, onde o seu mundo próprio desafia estilos e épocas num caleidoscópio de cumplicidades. O concerto contará com temas compostos para ela própria e também cantados por outros, como Camané ou Ester Formosa (Espanha), temas entregues a outros intérpretes, como Ana Moura, Mafalda Arnauth ou Mísia e temas com letras suas, como é o caso de alguns temas dos Gaiteiros de Lisboa. Para além de alguns originais, todos os temas irão surgir com novas roupagens e novas escutas, motivando outras ideias para o sentido das canções. Hoje no CCB em Lisboa, convidados Ana Moura e Gaiteiros de Lisboa.
“Amélia Muge é sem dúvida uma das melhores embaixadoras da canção de língua portuguesa.” In Sud Ouest
“Tem uma voz magnífica. Ao escutá-la entende-se que para cantar não basta uma voz bonita.” In El Mundo
Site: Uguru
“Suddenly You Love Me ” (1968). The Tremeloes.
“Leva-me ao Céu” (1998). Tony Carreira.

Termina hoje a 7ª edição do Festival ‘O Gesto Orelhudo’, de 3 a 10 de Outubro em Águeda! Este certame de referência dedicado à musicomédia internacional, apresenta a sua mais planetária edição de sempre, com grupos e artistas da Alemanha, Itália, França, Espanha, Portugal, Cuba, Equador, Argentina e Austrália. Vários espectáculos premiados internacionalmente fazem parte do cartaz desta 7ª edição do festival “O Gesto Orelhudo”, insólito e extravagante evento que o país já assumiu na sua agenda cultural e que é fértil em descobertas e estreias em Portugal. Este ano, há a animação de rua dos alemães Pas Par Tout, as músicas de circo dos catalães Dúmbala Canalla, a comicidade musical inigualável dos italianos Microband, o virote fanfarrão dos lisboetas O Menino é Lindo, o flamenco cómico dos latino-americanos Lost Locos, a saudável loucura do tangueiro argentino Daniel Melingo, a música explosiva e entusiasmante dos franceses Vaguement la Jungle, a estreia europeia do fabuloso humorista e malabarista australiano Joel Salom, o palco cheio no concerto de Toques do Caramulo & Galandum Galundaina e a descarga de energia dançante dos galegos A Tuna Rastafari. A 7ª edição do Festival “O Gesto Orelhudo” é uma co-produção da d’Orfeu Associação Cultural e da Câmara Municipal de Águeda.
Site: d´Orfeu
Bolg: d´Orfeu
Reportagem sobre o Festival ‘O Gesto Orelhudo’.