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Julho 6, 2009


Os Contemporâneos – A morte de Michael Jackson

Julho 6, 2009

” eu tenho mesmo pena daquilo que aconteceu ao Michael Jackson…apanhou-me de surpresa. A mim não. Não? não porque ele já andava com uma cor estranha pá…”


Fiestas de San Fermín – Pamplona 2009

Julho 6, 2009


A Caravela-Portuguesa

Julho 6, 2009

A caravela-portuguesa, também conhecida por garrafa azul, é o mais perigoso organismo que aparece nas praias portuguesas. Formada por uma parte gelatinosa semelhante à das medusas que anda à tona da água, fazendo lembrar uma vela – daí o seu nome –, possui tentáculos azulados que, em contacto com o corpo humano, podem provocar queimaduras de terceiro grau ou mesmo levar à morte de indivíduos com problemas cardíacos ou respiratórios. No ano passado foram registados 11 casos nas praias, em Peniche e Santa Cruz, em que as pessoas tiveram de ser hospitalizadas. No final de Abril, foram avistadas junto à costa espanhola, na zona de Múrcia, grupos até 50 exemplares. Há cerca de dez anos que a caravela-portuguesa não era detectada no Mediterrâneo, pelo que esta aparição fez soar os alarmes. Sendo uma espécie mais comum nas águas quentes do Sul, o seu aparecimento em zonas mais a Norte pode ser provocado pelas alterações climáticas e pela subida da temperatura do mar. No entanto, os cientistas conhecem muito pouco sobre esta espécie. Para o biólogo marinho português, Carlos Sousa Reis, o avistamento de algumas colónias junto a Múrcia não permite dizer que há um risco maior de a espécie aparecer com mais frequência em Portugal neste Verão. “É uma espécie que, como todas as da sua família, tem comportamentos que o Homem conhece muito pouco. O aparecimento em Múrcia é um episódio muito pontual. São colónias erráticas”, disse ao CM. Apesar das semelhanças não se trata de uma medusa mas sim de um cnidario da ordem dos sifonóforos cujo nome cientifíco é physalia physalis. É formado pelo Pneumóforo ou ‘vela’ que fica à tona de água e pelos tentáculos que chegam aos 30 metros e contêm o veneno que a torna perigosa para o homem. Caravela- Portuguesa (Physalia physalis) – Alimenta-se injectando o veneno em pequenos peixes ou camarões, arrastando depois as presas para os gastrozóides, um tipo de pólipo que envolve e digere a presa . Move-se sobre a superfície da água, empurrada pelo vento e pelas correntes e é mais frequentes em mar alto do que junto à costa. Que fazer em caso de “ataque” Chamar de imediato auxílio médico (112), – Se os tentáculos ainda estiverem em contacto com a pele, retirá-los com ajuda de luvas ou uma toalha, – Para aliviar a dor pode usar-se vinagre logo após o contacto com a pele.

in Correio da Manhã

A Fisália(Physalia physalis), vulgarmente conhecida por Caravela-Portuguesa, é “um animal” do grupo dos cnidários. Tem cor maioritariamente azul, com algum vermelho e tentáculos cheios de células urticantes. A caravela-portuguesa, que tem tanto de bonita como de perigosa, não é propriamente um animal mas um conjunto de vários organismos, unissexuais, com características diferentes e onde cada um tem uma função que assegura a sobrevivência de toda a colónia (alimentação – os gastrozóides; reprodução – os gonozóides; filamentos que pescam as presas – os dactilizóides). Semelhante a um barco em miniatura, sem locomoção própria, flutua à superfície das águas suave e lentamente ao sabor das marés e dos ventos – daí o seu apelido “Caravela Portuguesa”. O organismo visível é uma estrutura em forma de carapaça, que pode atingir 30 centímetros de comprimento e 10 centímetros de largura. Os seus tentáculos, por baixo, podem chegar aos 30 metros e estão sempre prontos a envolver um peixe para a sua alimentação. São estes longos filamentos os responsáveis pelo perigo da caravela portuguesa, uma vez que é lá que se encontra o veneno usado para ajudar a capturar as presas. Os filamentos funcionam como uma espécie de tentáculos que apenas são eficazes para capturar peixes de pequenas dimensões, camarões e outros animais encontrados no plâncton. É nos tentáculos que se encontram os cnidócitos, que são as células urticantes, portadoras dos nematocistos, accionados pela “rede nervosa”. A caravela-portuguesatem dois tipos de nematocistos: pequenos e grandes; estes “órgãos” conservam as suas propriedades por muito tempo, mesmo que o indivíduo tenha ficado várias horas a seco na praia, pelo que devemos evitar tocar-lhes mesmo quando as vemos em seco no areal de uma praia. Apesar de raramente se aproximarem da costa, vêm por vezes dar às praias, inteiras ou em fragmentos (crê-se que se separam por razões de reprodução). Não é por se tratarem apenas de partes da Caravela-portuguesa que estes fragmentos se tornam menos perigosos. São tão nocivos como a caravela inteira e basta tocar-lhes levemente para que o veneno se propague por contacto, espalhando-se rapidamente. A primeira sensação é uma dor intensa de picada e ardor. O membro picado fica entorpecido e, ao fim de algum tempo, surge comichão e urticária. A gravidade da picada depende do tempo de contacto e da quantidade de tentáculos nela envolvidos. A caravela-portuguesa é importante para a alimentação das tartarugas marinhas, que são imunes ao veneno.

in Público

Caravela- Portuguesa (Physalia physalis) - Reportagem SIC


Cartoon…

Julho 6, 2009

Vieira esmagador
Cartoon do Ricardo (in Expresso)